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É possível afirmar que o envelhecimento inflamatório é considerado a parte “evitável” do envelhecimento.
Afinal, envelhecer é inevitável, porque não podemos retardar ou voltar no tempo. No entanto, ficar velho é uma opção.
Nesse sentido, através de práticas saudáveis e mudanças no estilo de vida, torna-se possível envelhecer com saúde e qualidade.
Continue a leitura e confira #5 dicas para prevenir o envelhecimento inflamatório.
Segundo artigos científicos, maus hábitos do nosso cotidiano podem estar contribuindo para o processo conhecido como inflammaging.
Conforme o próprio nome sugere, esse processo é caracterizado por um tipo de inflamação que não dá sinais, contudo promove o aceleramento do envelhecimento e o desenvolvimento de patologias que, inclusive, podem tornar-se crônicas.
Como isso acontece? Durante o envelhecimento, desenvolve-se uma inflamação crônica, estéril e de baixo grau que contribui para a patogênese de doenças relacionadas à idade.
Ao contrário da inflamação comum que se refere a uma reação do sistema imunológico a uma infecção ou lesão, a inflamação crônica ocorre sem servir a nenhum propósito saudável, como quando você sofre de estresse crônico, tem uma doença autoimune, diabetes ou obesidade.
Ao invés de resolver o problema e regredir, esse tipo de inflamação pode perdurar de forma crônica, acarretando danos ao organismo e, potencialmente, levando ao desenvolvimento de problemas de saúde como artrite, doenças cardíacas, mal de Alzheimer, depressão e câncer.
Contudo, para amenizar e até evitar o envelhecimento inflamatório, algumas práticas podem ser adotadas. Continue a leitura e confira as dicas.
Mesmo que o tópico não seja uma novidade para quem acompanha conteúdos sobre saúde, sempre é essencial trazer à tona a importância da alimentação para este fim.
Nesse sentido, é impossível falar de bem-estar e longevidade sem falar de alimentação saudável.
Inclusive, existem evidências que apoiam a orientação de que alimentar-se de forma nutritiva pode reduzir a inflamação.
Por exemplo, segundo uma pesquisa, pessoas que comem muitas frutas e vegetais possuem tendência a níveis mais baixos de uma substância chamada proteína C reativa, considerado um marcador da inflamação no corpo humano.
Além disso, algumas pesquisas encontraram uma ligação entre dietas pesadas em alimentos que promovem inflamação e um maior risco para o desenvolvimento de problemas de saúde.
Um estudo no Journal of the American College of Cardiology, descobriu que pessoas que consumiam alimentos pró-inflamatórios, incluindo carne vermelha e processada, carboidratos refinados e bebidas carregadas de açúcar, eram mais propensas a desenvolver doenças cardiovasculares do que aquelas que regularmente optam por alimentos anti-inflamatórios, como verduras, feijão e chá diuréticos.
Como esclarecido ao longo deste artigo, as principais causas para a ocorrência de Inflamação Crônica Subclínica são encontradas em atitudes rotineiras, relacionadas à alimentação, prática de exercícios e a maneira com a qual lidamos com o cotidiano.
Um estudo recente, realizado com 40 pessoas de Washington/Estados Unidos, encontrou hipóteses de uma possível relação entre o estresse crônico, a inflamação e a incidência de doenças cardiovasculares.
Segundo os pesquisadores, as descobertas evidenciam os perigos ocasionados pela falta ou incapacidade de gerenciamento de estresse no cotidiano, que geram consequências nocivas para os indivíduos envolvidos.
Ao longo dos anos, os danos às células, tecidos e órgãos saudáveis podem ocasionar um perigo ainda maior para a sua saúde, afetando o DNA, cicatrizes internas e morte dos tecidos saudáveis.
Esses acontecimentos estão conectados ao desenvolvimento de doenças como câncer, doenças cardíacas, diabetes, obesidade, asma, artrite reumatóide e declínio cognitivo.
De acordo com uma revisão da literatura, descobriu-se que a prática de atividades físicas pode reduzir o risco que a Inflamação Crônica Subclínica apresenta para o desenvolvimento de doenças não transmissíveis, como acima citadas.
Segundo artigos científicos, a microbiota intestinal tem um papel central na inflamação devido à sua capacidade de liberar produtos inflamatórios, contribuir para os ritmos circadianos e interagir com outros órgãos e sistemas.
A disbiose, o sedentarismo, uma dieta desbalanceada, a obesidade e uso excessivo ou recorrente de antibióticos encontram-se entre os fatores que podem afetar mais gravemente a microbiota intestinal.
Ter um sono de qualidade contribui integralmente para a nossa saúde e bem-estar.
Dessa forma, noites mal dormidas, insônia e outros problemas para dormir podem acarretar no desenvolvimento de diversas outras patologias que vão desde hipertensão arterial e obesidade, até quadros de demência precoce.
Isso acontece porque o descanso está diretamente relacionado com nossa saúde cognitiva.
Com o intuito de promover melhorias para obter um sono de qualidade, existem algumas medidas que podem ser tomadas como: procurar dormir sempre no mesmo horário, mesmo aos fins de semana; evitar tecnologia dentro do quarto; evitar chá, café ou excesso de cafeína e energéticos à noite; fazer refeições leves antes de dormir; e praticar atividade física durante o dia.
É impossível negar o importante papel que hábitos saudáveis possuem para a promoção do bem-estar.
Diante dessa perspectiva, é imperativa a necessidade de adotar medidas que encaminhem para evitar as consequências que o envelhecimento inflamatório pode causar na vida de um indivíduo.
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